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            <pubDate>Thu, 1 Jan 1970 00:00:00 +0000</pubDate>
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      <docs>http://www.audioscrobbler.net/data/webservices</docs>      <title>NunoPinho's Last.fm Journal</title>
      <link>http://www.last.fm/user/NunoPinho/journal</link>
      <description>The Last.fm journal for NunoPinho.
        Last.fm journals are a place to talk about all things music.</description>
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         <title>A noite em que o Noise venceu o Neon</title>
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         <pubDate>Sat, 15 Nov 2008 11:24:39 +0000</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div class="bbcode"><a href="http://www.last.fm/event/770162+Cut+Copy+at+Casa+da+M%C3%BAsica+on+14+November+2008" class="bbcode_event">Fri 14 Nov – Cut Copy, Boys Noize, Erwin Stache, Álvaro Costa, Zombie Dance Squad</a><br /><br />Ao contrário do Nightcap, eu não senti muito o problema do som em Cut Copy (a acústica da sala é excelente comparada com outros espaços), mas achei que foi uma actuação que precisava de respirar mais, de ter outros tons e mais interacção com o público. Aliás, como nos álbuns deles, por vezes é difícil não cair numa certa monotonia. No entanto, foi um concerto muito competente de uma banda que tem um potencial enorme de crescimento. Duvido que alguém tenha sido defraudado.<br /><br />Quanto a Boys Noize, é verdade que é preciso uma certa disponibilidade da mente e do corpo para um set tão musculado e o maximal é chão que já está para dar uvas, mas o set de ontem foi brilhante. Apesar de os truques e a estrutura de todos os elementos serem muito padronizadas, a verdade é que funcionou sempre, com o entusiasmo e o contágio pela dança renovados de poucos em poucos minutos. A prova disto é que no final o público mantinha-se nos mesmo números, depois de duas horas e meia de &quot;fuzilamento&quot; musical. Parece-me claro que, um pouco supreendentemente o DJ Alexander Ridha foi o vencedor da noite.<br /><br />Torna-se obrigatório mencionar a qualidade arquitectónica da Casa da Música  (os Cut Copy disseram sentir-se numa nave espacial) e do próprio conceito Clubbing,  extremamente convidativo mesmo para lá dos espaços do concerto (apesar das escadas e acessos serem um bocado disfuncionais para este tipo de evento). Para próximas edições seria interessante expandir as actuações tanto a montante, com pequenos concertos preparatórios como pós evento principal, com alguma oferta &quot;chill-out&quot;.<br /><br />Nuno Pinho - <a href="http://emrotadecolisao.com/" rel="nofollow">http://emrotadecolisao.com/</a></div>]]></description>
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         <title>Beat It</title>
         <link>http://www.last.fm/user/NunoPinho/journal/2008/09/07/25j8ff_beat_it</link>
         <pubDate>Sun, 7 Sep 2008 15:37:28 +0000</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div class="bbcode"><a href="http://www.last.fm/festival/732616+BEAT+IT" class="bbcode_event">Sat 6 Sep – BEAT IT</a><br /><br />Quase tímido em comparação com o ambiente mais cosmopolita de Lisboa, o Porto saiu ontem à rua para o primeiro festival de música electrónica na cidade. De facto, um público muito diverso e tentativo foi enchendo o pavilhão Rosa Mota pela noite dentro. Começaram umas poucas centenas para assistir aos japoneses Polysics, verdadeiramente hilariantes. O estilo contagiante e histriónico da banda dos fatos-macaco laranja marcou um bom começo de noite. Os americanos !Trash Yourself foram uma desilusão, apesar do entusiasmo (”your country is much better than ours”), afectados por uma muito pobrezinha capacidade vocal (para ser simpático). Quando saí já passava bem das três da manhã e caminhava-se para os DJ sets encabeçados por Trentemøller, e o recinto já estava bem preenchido. O “Cube show” de Etienne de Crécy foi animado, num estilo House/Techno muito musculado que acabou por se tornar algo repetitivo.<br /><br />Mas vamos ao que interesssa. Eu estava lá era mesmo para ver Ladytron. E tenho de ser sincero, soube-me a pouco. O concerto começou com alguns problemas de som, que foram resolvidos durante o alinhamento. Só a partir do terceiro ou quarto tema, já tocados os singles Ghosts e Runaway é que a banda encontrou o ritmo certo e começou a aquecer o público. O concerto durou pouco mais de uma hora, com uma segunda parte focada em Witching Hour, para muitos o melhor álbum da banda. O concerto viria a terminar em grande festa, com Destroy Everything You Touch. Foi pena ficar a sensação que terminou quando estava a entrar em ebulição. É um problema típico dos festivais e só resta esperar por uma nova aparição a título próprio, já que mostraram terem argumentos para dar um grande concerto.<br /><br />Quanto ao festival em si, sofreu de alguns problemas organizativos que se calhar afastaram alguma audiência (mudou três vezes de sítio e uma vez de horários), mas notou-se a vontade de fazer bem. Espero que para o ano haja mais, com o amadurecimento natural que esta primeira edição trouxe. Nota ainda para o exagerado policiamento, com direito a detector de metais e praí meia centena de polícias na área. Não havia necessidade…<br /><br />Publicado em <a href="http://emrotadecolisao.com/" rel="nofollow">http://emrotadecolisao.com/</a>, com fotos do evento (em breve).</div>]]></description>
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