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            <pubDate>Thu, 1 Jan 1970 00:00:00 +0000</pubDate>
      <lastBuildDate>Thu, 1 Jan 1970 00:00:00 +0000</lastBuildDate>
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      <docs>http://www.audioscrobbler.net/data/webservices</docs>      <title>clasimoes's Last.fm Journal</title>
      <link>http://www.last.fm/user/clasimoes/journal</link>
      <description>The Last.fm journal for clasimoes.
        Last.fm journals are a place to talk about all things music.</description>
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         <title>Sentimentos</title>
         <link>http://www.last.fm/user/clasimoes/journal/2010/01/22/3cu637_sentimentos</link>
         <pubDate>Fri, 22 Jan 2010 03:13:02 +0000</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div class="bbcode">Tem uma frase de uma música eletrônica bem avulsa que diz “It feels like an overdose”. Acho que é assim que eu me sinto algumas vezes. Às vezes tanta coisa acontece simultaneamente que não dá pra saber com qual sentimento a gente lida primeiro. Eu tenho pavor disso: sentimentos. Sério, eles aparecem na hora que vc não quer, somem na hora que vc quer e raramente dá pra controlá-los de uma forma não autodestrutiva. Hoje eu fui no cinema e experimentei um mix daqueles que qualquer barman ficaria feliz de conseguir fazer : felicidade, tristeza, compaixão, desejo, saudade, medo, angústia, dúvida... Os bons, os ruins e os neutros convivendo num mesmo espaço ao mesmo tempo, contrariando as leis da física. Foi totalmente a história do “feels like an overdose”. O ser humano é muito vulnerável em relação  a essas variações hormonais – não que eu ache que sentimentos são só isso – e por mais que nós fiquemos procurando sempre alguma coisa grande e boa que vai surgir e mudar tudo, morremos de medo de encarar as possíveis (e prováveis) conseqüências que podem surgir depois. Eu sou muito covarde. MUITO. Já tive minha época de audácia, que passou logo depois de perceber as avalanches que podiam vir de atitudes meio inconseqüentes. Fico reparando as pessoas ao meu redor, e pelo menos tenho o consolo de ter muita gente mais covarde que eu. Já não sei mais se é uma boa idéia ficar na defensiva sempre, mas também não consigo ser totalmente aberta a novas coisas: geralmente encontro desculpas pra não gostar de quem aparece, ou talvez nem sejam desculpas... é só que me acostumei tanto com a posição defensiva que agora é difícil sair dela. É por isso que gosto de ser racional... Seria melhor se a gente pudesse deixar o que sente de lado pra poder tomar decisões melhores e mais acertadas, mas como não dá, somos essas criaturas imperfeitas que ficam brigando com si mesmas e com o mundo pra tentar ter um pouquinho de paz e felicidade. Um dia chegaremos lá.<br /><br />PS: Se eu continuar escrevendo assim vai realmente rolar de fazer um blog!</div>]]></description>
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         <title>Vivendo no meio termo</title>
         <link>http://www.last.fm/user/clasimoes/journal/2010/01/15/3cay2a_vivendo_no_meio_termo</link>
         <pubDate>Fri, 15 Jan 2010 23:28:59 +0000</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div class="bbcode">Hoje eu estou aqui pra falar sobre os tipos de pessoas. Quando eu era novinha, devia ser um saco. Eu era super mimada, nerd e tosca excluída do colégio. Na oitava série, mudei de colégio. Conheci algumas pessoas e fiz minhas primeiras amizades reais. Foi um grande passo, porque aprendi a conviver mesmo com as pessoas fora da escola. Mesmo assim, ainda era muito limitado... eu só aceitava sair com as pessoas mais próximas, pra lugares que eu gostava e que já conhecia (que eram poucos), então acabei me isolando num grupo muito fechado com pessoas tão fechadas quanto eu. No terceiro ano, mudei de colégio denovo e aí sim mudou muita coisa. Como era novata, tive que me esforçar para agradar pessoas que eu não conhecia, ir a lugares novos, ouvir músicas que não eram exclusivamente o que eu gostava de ouvir e etc. Foi o melhor ano da minha vida de longe: conheci meus melhores amigos, aprendi a me divertir de diversas formas, aceitar e conviver com pessoas muito diferentes de mim. Não fiquei exatamente pop, mas fiz muito mais amigos do que eu esperava e continuei assim depois que me formei. Tenho amigos que são tão fechados quanto aqueles do meu segundo colégio: não gostam de sair com pessoas novas, não fazem o menor esforço pra incluir alguém que está saindo conosco pela primeira vez e nem se importam de continuar nesse mundinho isolado. Por outro lado, também conheço pessoas excessivamente liberais, que vão pra qualquer lugar com qualquer um que chamar (do tipo “Oi! Gostei de te conhecer! Vamos pro Rio num show?” “Lógico! Demorou!”). Depois de apanhar um pouco e ir parar em algumas “furadas”, aprendi a ter meu lugar no meio desses dois tipos. Aprendi que antes de qualquer tipo de julgamento, tenho que conhecê-las e me esforço para ser legal com pessoas novas, especialmente porque eu sei como é bom alguém ser legal quando vc é que é a pessoa nova. O melhor lugar para se ficar é sempre no meio termo. Gosto do equilíbrio, queria conseguir ser equilibrada em todas as áreas da minha vida, mas pelo menos já não sou nem tão liberal nem tão fechada. Apesar de achar muitas coisas erradas em muitos amigos, não deixo de conviver com eles por causa disso. É claro que convivo mais e melhor com pessoas mais parecidas comigo, mas isso não me impede de ir num bar que toca jazz ou numa boate gay, por exemplo. Até pro carnaval de Diamantina eu já fui, mesmo não gostando de axé. Não me arrependo de nada. Acho que cada dia, cada pessoa nova e cada experiência valeram à pena e tudo contribui para que eu me torne cada vez mais equilibrada. Tem vezes que fico olhando pros meus amigos mais fechados e me perguntando se eles não percebem o que fazem (ou o que estão deixando de fazer), mas por outro lado me choco muito com algumas coisas que os mais liberais aprontam.  O que me deixa mal é quando não consigo lidar com alguém, especialmente quando eu gosto desse alguém. Tem gente que é muito difícil! Às vezes vc faz de tudo pra agradar, mas mesmo assim dá algum problema simplesmente por não concordar com atitudes ou ações de algum amigo. É difícil tentar respeitar uma opinião radicalmente diferente da sua, mas quando não há consenso tem que haver no mínimo respeito. Já briguei com pessoas muito próximas por não concordar com estilos de vida ou repreender atitudes. Hoje cheguei num limite: se não tem consenso, não tem discussão. Acho que o melhor a fazer é ficar calada porque cada briga é um tormento pra todo mundo. A gente acaba envolvendo outras pessoas e deixa crescer uma bola de neve sem a menor necessidade. Enfim... viva o “jeitinho mineiro”! Comer quieto é o que há!</div>]]></description>
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         <title>Pensando em fazer um blog</title>
         <link>http://www.last.fm/user/clasimoes/journal/2010/01/12/3c0e7u_pensando_em_fazer_um_blog</link>
         <pubDate>Tue, 12 Jan 2010 16:12:18 +0000</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div class="bbcode">Minha vontade de escrever vem do mesmo jeito que vai. Agora pouco eu estava almoçando e pensei em uns dez assuntos diferentes sobre os quais poderia falar, mas já esqueci metade deles. Já pensei várias vezes em criar um blog, mas essa fugacidade das coisas que borbulham na minha cabeça de vez enquando sempre me faz desistir, e é por isso que eu gosto desse “Journal” do Last.fm. Não preciso atualizar sempre e ninguém vê, mas é bom saber que ele está lá se a minha cabeça der um surto ou algo do gênero. É mais fácil pensar em alguma coisa curta e objetiva pra colocar no Twitter do que ficar inventando assuntos pra por num blog, tirando que muito mais gente lê.  <br />Já reparei que minhas crises de vontade de escrever são muito mais freqüentes quando eu estou lendo alguma coisa, por isso às vezes tenho um pouco de birra de fazer Engenharia Elétrica. Era mais fácil fazer Comunicação, já que eu tinha tempo de respirar durante a semana. Depois que troquei de curso não, definitivamente não dá tempo. Geralmente eu invento (porque não sobra) uma meia hora por dia pra ficar no computador, mas estou tão exausta que nem me atrevo a abrir o MSN que é pra não cair na tentação de ficar mais. Costumo reservar as noites de sexta e sábado pra sair, mas nem sempre dá certo. Esse último semestre foi tão pesado que cheguei a acreditar que não sabia mais fazer nada que não fossem contas ou programar computadores. Várias vezes eu saí pra algum bar e me senti super ignorante: não sabia comentar nada que tinha acontecido no mundo, não tinha visto nenhum filme que estava passando no cinema, não tinha lido nenhum livro por muito tempo e mal conhecia os lançamentos musicais das rádios que eu costumava ouvir todos os dias. Tudo bem que eu tive o pior Primeiro Período possível e precisava muito recuperar minhas notas no Segundo, mas não sei se valeu tanto a pena assim. Estou orgulhosa do meu boletim, mas 2009 acabou sendo um dos piores anos da minha vida. Coloco ele empatado com 2003, em segundo lugar, perdendo os dois apenas pra 2007 que bateu todos os records ever. <br />Meu motivo pra querer tanto subir as notas era uma vontade enorme de fazer intercâmbio: desde que eu tinha uns 14 anos que sonho estudar fora, mas a minha família não tem condições de pagar. Minha vontade era conseguir uma bolsa de estudos de alguma empresa que estivesse associada à UFMG, de preferência na Alemanha. Depois de conseguir quase todos os A’s que eu queria, comecei a repensar... já não tenho tanta vontade nem tanta certeza sobre isso mais. O que vai acontecer, provavelmente, é que eu vou ficar numa cidadezinha com no máximo 20 mil habitantes e totalmente sozinha, sem nada pra fazer. Eu mal agüento ficar um final de semana em casa à toa, quanto mais seis meses! Ainda mais longe da minha família e dos meus amigos. Morro de medo de entrar em depressão do outro lado do mundo (ok, pode ser exagero, mas não é impossível). Também tem outra coisa que divide minha atenção... tenho muita vontade de entrar na empresa júnior da Elétrica,  a CPE. O problema é que não dá pra associá-la com o curso, a não ser que eu esteja disposta a “tomar alguns paus”, especialmente porque não tenho facilidade pra aprender como a maioria dos meus colegas de exatas, e preciso de muito tempo de estudo e de milhares de exercícios das matérias, o que não vai dar pra fazer se eu for trabalhar lá. Seja lá o que eu for fazer, escrever é extremamente terapêutico huahuahuahua espero conseguir fazer isso mais vezes! Quem sabe eu não crio um blog mesmo?</div>]]></description>
               </item>
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         <title>Malditos riscos....</title>
         <link>http://www.last.fm/user/clasimoes/journal/2009/11/06/352qkt_malditos_riscos....</link>
         <pubDate>Fri, 6 Nov 2009 20:22:28 +0000</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div class="bbcode">Eu já fui mais corajosa. Já tive aquela força de inspirar bem fundo quando alguma coisa dá errada e continuar insistindo. Mas quando a gente nunca se machucou por teimosia é mais fácil insistir. É claro que você sabe que os riscos existem, mas eles não representam nada palpável, então não assustam tanto. Quando não dá pra medir o que se tem a perder não é tão difícil correr atrás. O problema é sempre descobrir o tamanho e a intensidade daqueles riscos que você assumiu... Depois disso, a impulsividade some e a racionalidade assume. A cada passo, você passa a medir todas as conseqüências e descobre que essas atitudes, na grande maioria das vezes, não valeriam à pena. Aí que está a grande questão: arriscar ou não arriscar? Talvez o que me falte seja aprender a diferença entre a covardia e a auto-preservação.</div>]]></description>
               </item>
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         <title>Notas de desabafo.</title>
         <link>http://www.last.fm/user/clasimoes/journal/2009/04/25/2of8jy_notas_de_desabafo.</link>
         <pubDate>Sat, 25 Apr 2009 17:45:10 +0000</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div class="bbcode">1 - Eu ODEIO não agir racionalmente. Sério, odeio. Agir só com o que vc sente só serve pra dar merda, SEMPRE.<br /><br />2 - Preciso parar de ficar na internet e ir estudar.<br /><br />3 - Tenho que parar de querer ser super amiga de todo mundo e ser um pouco mais antisocial.<br /><br />4 - Não posso expor crises na internet. <br /><br />5 - Depois da 4, acabo aqui.</div>]]></description>
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         <title>Sobre finais felizes e desilusões</title>
         <link>http://www.last.fm/user/clasimoes/journal/2008/08/31/255gt2_sobre_finais_felizes_e_desilus%C3%B5es</link>
         <pubDate>Sun, 31 Aug 2008 23:48:25 +0000</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div class="bbcode">Numa dessas pesquisas atoa na vida dos outros pelo orkut, encontrei um vídeo da Bela Adormecida. Sim, a boa e velha Bela adormecida da Disney, aquele desenho que deve ter sido marcante na vida de tantas outras crianças como foi na minha. Fui contente ver uma cena daquelas pra deixar bater um momento nostalgia, mas me decepcionei demais! A dublagem da cena na qual Aurora aparece cantando e onde surge o príncipe Felipe foi trocada por uma paródia altamente pornográfica. Meu momento nostalgia foi trocado por um momento de revolta... afinal, pode até ser engraçado. Mas vai que uma menininha de 6 ou 7 anos pesquisando no Google digita &quot;Bela Adormecida&quot; e cai nisso?<br />Não tenho lá muita moral pra falar no assunto... esses desenhos, novelas e filmes que agente cresce vendo, pra mim, são um monte de enganações mesmo. As menininhas aprendem a se espelhar naquelas princesas encantadas, sempre achando que o &quot;verdadeiro amor&quot; vai aparecer pra salvá-las da bruxa malvada. Acho uma crueldade nos fazerem crescer acreditando nisso, sendo que alguma hora agente acaba se dando conta de que enquanto assistíamos num sofá confortável aquela historinha tinha um monte de crianças morrendo de fome e AIDS. Depois de um pouquinho de estudo, ainda descobre que os contos de fada surgiram como histórias grotescas, pesadas, imorais, que eram contadas por servos na Idade Média pra mostrar como eles eram explorados - fisicamente, monetariamente, moralmente e sexualmente - pelos nobres e que depois, com o surgimento do capitalismo, ganharam caras novas pros filhos dos burgueses (afinal, como um burguês iria contar pro netinho que um nobre rico estuprou a bela adormecida?).<br />Talvez seja este excesso de romantismo que torne tão difícil agente crescer, porque vai tudo desmoronando... Descobrimos que o mundo não é um conto de fadas: existem pessoas boas e ruins, existe exploração, corrupção, fome, miséria, hipocrisia, egoísmo. Descobrimos que qualquer tipo de relacionamento é muito difícil... nossa família não é perfeita, existem amigos reais e interesseiros, aquela história de &quot;verdadeiro amor&quot; é um grande exagero e as pessoas que mais podem nos magoar são justamente aquelas q nós mais gostamos. E descobrimos que nós msms somos cheios de falhas, defeitos e que vamos sempre magoar alguém também, querendo ou não.<br />Apesar disso tudo, continuo gostando dos finais felizes. Finais tristes já são onipresentes demais no cotidiano... pelo menos nos desenhos e nos filmes a gente pode fingir que acredita que tudo vai dar certo no final e que todo mundo vai ser feliz pra sempre.</div>]]></description>
               </item>
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         <title>Amizade?</title>
         <link>http://www.last.fm/user/clasimoes/journal/2008/08/31/255gs0_amizade%3F</link>
         <pubDate>Sun, 31 Aug 2008 23:47:43 +0000</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div class="bbcode">Estava eu lendo alguns posts em blogs, de  repente me deparei com a vontade de escrever. Escrever sobre o quê? Bom, ontem tive uma pequena discussão com uma amiga a respeito de amizades. Tudo bem que, no nosso caso, a discussão tinha personagens específicos e algumas histórias mal resolvidas. Mas acabo achando que com todos é um pouco assim... Afinal, quem é que nunca ficou magoado com um amigo?<br /><br />Amizade é, querendo ou não, uma coisa complicada. Que é ótimo encontrar alguém com quem nós possamos conversar por horas sobre assuntos divertidos ou não, encontrar alguém que não reprima uma brincadeira mais boba e até brinque junto com vc, alguém que vai estar lá pra te ouvir, sair, cantar, whatever, isso é. Mas todo mundo sabe que não existem só horas boas. Aliás, em alguns períodos de vida elas se tornam raras. O ser humano no geral, quando está com um problema, tem grande tendência a olhar apenas pro próprio umbigo. Eu não me excluo desse comentário. Nessas horas, aquela pessoa se torna uma grande válvula de escape.. claro, né? Ela tá ali pra isso, afinal amizade é pra todas as horas! Mas várias vezes agente esquece que aquele amigo também é alguém, também tem problemas, também tem uma vida. Aí costuma começar a decadência.. um só fala de si, o outro não quer mais escutar, ambos ficam com preguiça e fim.<br />ou não!<br />Ter amadurecimento pra esclarecer as coisas (vulga D.R.) salva bastante. Pena que agente só aprende depois de muito tempo e depois de perder muitas pessoas.<br />Enfim, não quero tirar lições de moral. Só sei que, cada dia mais, vejo o quanto amadurecimento faz falta.<br />Aii.. mudei de assunto? não, não mudei. apenas achei um jeito de concluir que saiu fora do que eu estava falando.<br /><br />Mas é isso aí.</div>]]></description>
               </item>
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