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            <pubDate>Thu, 1 Jan 1970 00:00:00 +0000</pubDate>
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      <docs>http://www.audioscrobbler.net/data/webservices</docs>      <title>simplygabriel's Last.fm Journal</title>
      <link>http://www.last.fm/user/simplygabriel/journal</link>
      <description>The Last.fm journal for simplygabriel.
        Last.fm journals are a place to talk about all things music.</description>
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         <title>Arctic Monkeys - Whatever People Say I Am, That's What I'm Not (Review)</title>
         <link>http://www.last.fm/user/simplygabriel/journal/2011/04/23/4cey3u_arctic_monkeys_-_whatever_people_say_i_am,_that%27s_what_i%27m_not_(review)</link>
         <pubDate>Sat, 23 Apr 2011 04:06:46 +0000</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div class="bbcode">Para começo de conversa, advertimos que essa é apenas uma crítica independente do primeiro álbum dos <a href="http://www.last.fm/music/Arctic+Monkeys" class="bbcode_artist">Arctic Monkeys</a>.  <br /><br />Eu e minha amiga Jess (madeablunder) fizemos uma resenha sobre cada canção do disco e concedemos uma nota avaliativa, que você pode levar em consideração ou não. Comentários serão bem vindos, desde que produtivos. <br /><br /><strong><div style="text-align:center"><a title="Arctic Monkeys - Whatever People Say I Am, That's What I'm Not" href="http://www.last.fm/music/Arctic+Monkeys/Whatever+People+Say+I+Am,+That%27s+What+I%27m+Not" class="bbcode_album">Whatever People Say I Am, That's What I'm Not</a></div></strong><br /><br /><div style="text-align:center"><strong><em>The View From The Afternoon</em></strong></div><br /><br />Jess: Pode-se dizer que a primeira música do álbum é a que tem o maior contraste, e muita técnica por parte de cada um dos integrantes. O que eu descreveria como o refrão não é cantado, a guitarra interrompe todos e determina sua passagem, porque refrões não são necessariamente feitos de letras, e aquilo não é bem uma melodia...Mais para berros agudos que deveriam incomodar, porêm, tem o efeito inevitável de fazer o indivíduo parar e esperar que Alex volte a cantar e logo adiante mais variações incríveis apareçam. E a velha pegadinha de final provisório já deve ter enganado todos que a escutaram pela primeira vez. De repente surgem da cinzas e a música vem mais animada do que no começo, como uma explosão. O entrosamento é admirável, e os backing vocals nessa música fizeram diferença, francamento, com um final ousado desses, é difícil decidir se eu estaria pronta para outra ou embarcaria novamente nessa viagem instrumental com que os monkeys nos premiaram. <br /> <br />Parte técnica: 10<br />Satisfação Pessoal: 8<br />Média: 9 <br /><br />Gabriel:<br /><br /><span class="quote">Música sólida, com letra interessante, acentuando sempre a bateria de Matt Helders, tocada perfeitamente ao longo do álbum. Uma boa pedida pra um hit indie rock. <br /><br />Parte técnica: 8<br />Satisfação Pessoal: 8<br />Média: 8</span><br /><br /><strong>Total: 8,5</strong><br /><br /><div style="text-align:center"><strong><em>I Bet You Look Good on The Dancefloor</em></strong></div><br /><br />Jess: Letra um tanto repetitiva, instrumentos acompanham essa interpretação, pouco significativa olhando tecnicamente. Super animadora, e uma obra-prima para a balada indie dos tempos mordenos, mas como o próprio o Alex disse...Seria deprimente se eles fossem reconhecidos por essa música, ainda mais dentro deste projeto que mesmo sendo o início da carreira dos meninos, tem uma qualidade sonora que consegue emocionar e agradar muito mais do que os velhos veteranos.<br /><br />Parte técnica: 6<br />Pessoal: 7<br />Média: 6,5<br /><br />(Gabriel)<br /><br /><span class="quote">Música levemente dançante, regada aos acordes distorcidos de Alex e Jamie, com a precisão cirúrgica da dupla Helders/Nicholson na bateria e baixo, respectivamente. Letra meio tropegante, quase que juvenil, mas combinada ao instrumental rende um belo single. <br /><br />Parte técnica: 8<br />Satisfação Pessoal - 7<br />Média: 7,5</span><br /><br /><strong>Total: 7</strong><br /><br /><div style="text-align:center"><strong><em>Fake Tales of San Francisco</em></strong></div><br /><br />Jess: O som da guitarra é criativo, gruda bastante no ouvido até depois de terminarmos de ouví-la, as guitarras brincam durante os versos, enquanto a rítima repete aquele som viciante, a outra vibra nos contra-tempos. No refrão, os backing vocals tem uma energia que se adapta perfeitamente ao contexto deste, e então só o baixo e o bumbo firme de Helders acompanham, o que permite o ouvinte desfrutar da melodia encantadora do baixo com mais precisão, apesar que não é tão simples deixar de acompanhar todos aqueles gritos na parte em que repetem &quot;Kick me out&quot; para fazer isso, convenhamos. No final a bateria continua com uma pegada forte numa batida leve, anunciando o fim da canção com chave de ouro, e a guitarra cala seus acordes mais divertidos e deixa apenas a outra que antes dava apenas seus sinais quase imperceptíveis durante o contratempo dos versos finalizar a canção calmamente, suave como um suspiro.<br /><br />Parte técnica: 8<br />Satisfação pessoal: 7<br />Média: 7,5 <br /><br />Gabriel:<br /><br /><span class="quote">Agraciada no começo e no fim com uma parte que remete vagamente ao reggae, a faixa é tranquila, alcançando seu ápice em 1:57, com acordes explosivos e a batida sempre veloz e precisa da bateria, não é das músicas que destaco, mas tem uma qualidade absurda.<br /><br />Parte técnica: 7<br />Satisfação pessoal: 7<br />Média: 7 </span><br /><br /><strong>Total: 7,25</strong><br /><br /><div style="text-align:center"><strong><em>Dancing Shoes</em></strong></div><br /><br />Jess: Dinâmica gritante, Alex mantém a atenção voltada sobre si, com o baixo e Helders com seus tambores e pratos - ou seja lá donde venham aquelas batidas baixas e jeitosas - manterem uma melodia e pulsação ritmada. Contudo, logo divide sua atenção alternando com a guitarra até ambos se estabilizarem e voltarem para a música já entrosados, e talvez você nem perceba essa mudança tão radical que acontece, só que seus ouvidos sentem que a música vai melhorando e crescendo, a harmonia manda lembranças. Helders troca sua batida para uma mais repetitiva e animada entrando no clima do solo, e logo o baixo volta a estabelecer a liderança, a guitarra e a caixa da bateria marcam tempo até voltarem aos seu lugares e darem adeus. <br /><br />Parte técnica: 8,5<br />Satisfação pessoal: 8<br />Média: 8,25<br /><br />Gabriel:<br /><br /><span class="quote">Essa é uma canção diferente, que não há destaque em nenhum instrumento em especial, mas sim na harmonia entre Alex, Jamie, Andy e Matt. Embora não focando em nenhum dos quatro integrantes, é uma das músicas que destaco, e que particularmente gosto no álbum. <br /><br />Parte técnica: 9<br />Satisfação pessoal: 9<br />Média: 9 </span><br /><br /><strong>Total: 8,75</strong><br /><br /><div style="text-align:center"><strong><em>You Probably Couldn't See for the Lights but You Were Staring Straight at Me</em></strong></div><br /><br />Jess: Uma canção diferente do normal dos Monkeys, ainda mais nesse álbum. O começo lembra muito D is For Dangerous na parte vocal - sendo que os integrantes não o fazem tal energicamente como na canção citada -, todos cantando juntos até Alex assumir o controle e voltar a fazer seu papel de vocal solo, o que acaba fazendo a faixa voltar a ter a sonoridade padrão, mas há outra coisa estranha, o &quot;sr. não saio desse timbre&quot; apresenta um tom revoltoso, gritando durante o começo ao fim. A guitarra parece acompanhá-lo, e os outros instrumentos a acompanham, num tipo de dança maluca em uma música tão estranha que não tem um refrão, mas com um título tão longo, há de se observar que é mesmo fácil se perder no meio de tantos versos que parecem uma improvisação de palavras. Aliás, será que o título da música não seria o refrão? Que esqueceram de inserir no meio da música porque afinal, ele é só uma descrição...<br /><br />Parte técnica: 8<br />Satisfação pessoal: 6      <br />Média: 7<br /><br />Gabriel: <br /><br /><span class="quote">Com rápidos acordes, a música é tão curta que passa voando. Como Dancing Shoes, não possui nenhum destaque, o foco são os Arctic Monkeys, demonstrando todo seu poder de fogo e suas letras levemente ácidas. <br /><br />Parte técnica: 8<br />Satisfação pessoal: 7<br />Média: 7,5</span><br /><br />Total: 7,25<br /><br /><div style="text-align:center"><strong><em>Still Take You Home</em></strong></div><br /><br />Jess: Entrada de guitarra dando graça ao começo da canção, solo simples e também grudento, refrão pouco trabalhado bem colocado em uma letra um tanto franca, com traços que se repetem ao longo do álbum. Se especifica bastante  a esse ponto inicial na carreira dos Monkeys e não tem letras tão criativas e representativas quanto as que surgiram ao longo desse avanço. Mesmo assim, é uma daquelas músicas que você é capaz de ouvir em qualquer período do dia, e cantorolar aonde quer que esteja.   <br /><br />Parte técnica: 7<br />Satisfação pessoal: 9 <br />Média: 8<br /><br />Gabriel:<br /><br /><span class="quote">Mais ácida do que a música anterior, Still Take You Home é uma música mediana a boa, que agrada os ouvidos graças ao destaque do álbum: o MONSTRO Matt Helders e suas baquetas furiosas. Outro destaque do disco.<br /><br />Parte Técnica: 9<br />Satisfação pessoal: 8<br />Média - 8,5</span><br /><br /><strong>Total: 8,25</strong><br /><br /><div style="text-align:center"><strong><em>Riot Van</em></strong></div><br /><br />Jess: Uma voz passiva, uma melodia não tão clara, com a suavidade de um violão. Enquanto Alex parece sussurrar alguma coisa, sem aquela voz lúcida, vindo mais compassada, será que vocês perceberam que a partir do &quot;please just stop talking&quot;, os pratos vibraram? Uma delicadeza bem aplicada nisso também, fora a caixa, que passa a entrar na canção aos poucos e não a deixa menos suave e gostosa por conta disso, o que antes só se ouviam ruídos agudos de seu chimbal acompanhando uma condução sem batidas, acaba fluindo naturalmente também com a caixa. Essa é uma das poucas músicas dos Monkeys em que poderíamos dormir sentados, digo, imaginando nossas situações nostálgicas e nos esquecendo que se trata de música, traz um alívio indescritível do início ao término.<br /><br />Parte técnica: 7<br />Satisfação pessoal: 8<br />Média: 7,5 <br /><br />Gabriel:<br /><br /><span class="quote">Música lenta, com os vocais de Alex Turner bastante baixos em relação ao resto do disco. Novamente, sem destaque a um integrante em especial. Uma ilha de sossego e paz de míseros 2 minutos e 15 segundos em meio a um frenesi de riffs e acordes distorcidos. <br /><br />Parte técnica: 7<br />Satisfação pessoal: 5<br />Média: 6</span><br /><br /><strong>Total: 6,75</strong><br /><br /><div style="text-align:center"><strong><em>Red Light Indicates Doors Are Secured</em></strong></div><br /><br />Jess: Um bom ponto nessa música é que a guitarra base fica boa parte da canção dentro da melodia desde o começo, o que impede que a música perca os acordes característicos, sem se dispersar conforme a música passa pelo refrão e outras passagens, alinhada com o baixo. Tanto o baixo quanto a bateria cuidam das variações necessárias para que esta não se torne uma música chata e repetitiva. O solo da guitarra é como um guarda de trânsito parando tudo à sua volta para deixar a grande ambulância passar, enquanto os motores dos carros já aceleram e Helders vai avisando que sua caixa está aquecendo para retornar todos às suas atividades normais, e então Alex vem conforme o prato soa e todos os instrumentos esperneiam saindo em disparada de volta para aquela corrida em direção à sua reta final. Não vou dizer que essa viagem acaba repentinamente, só o tipo de desfecho que você não queria que viesse, e então eis que nos surge aquela graça que é a sensação de quero mais, que poderia levar a pessoa a ouvir a música umas boas vezes seguidas.<br /><br />Parte técnica: 8<br />Satisfação pessoal: 8 <br />Média: 8<br /><br />Gabriel:<br /><br /><span class="quote">Mais uma das músicas medianas , com instrumental coeso e confiável, uma das melhores músicas entre as medianas do disco, preenche os espaços vazios de composição de Alex e sua trupe.<br /><br />Parte técnica: 6<br />Satisfação pessoal: 7<br />Média: 6,5</span><br /><br /><strong>Total: 7,25</strong><br /><br /><div style="text-align:center"><strong><em>Mardy Bum</em></strong></div><br /><br />Jess: Uma que se encaixa perfeitamente naquelas de balada romântica, o mais interessante, não uma das composições mais simples, e sim uma das mais dinâmicas. Helders mostra sua habilidade em explorar o aro da caixa e se adequar a cada parte específica da música sem torná-la uma canção barulhenta e confusa. Perfeita construção da performance, no final do segundo refrão puxam um sentimento de revolta perceptivo desde o tom de Alex até os demais instrumentos, após o solo, o refrão volta e Alex e Helders voltam a brincar com as partes tônicas do refrão, Helders puxa a canção para seu término triunfal. Parece exagero mas cada vez que se ouve, tem um detalhe antes oculto a se observar. <br /><br />Parte técnica: 10<br />Satisfação pessoal: 9    <br />Média: 9,5<br /><br />Gabriel:<br /><br /><span class="quote">Uma das canções que destaco no CD, com boa execução dos integrantes, nota para o breve solo de Alex, ponto alto da canção. Gosto bastante do instrumental em geral, uma belíssima música.<br /><br />Parte técnica: 8<br />Satisfação pessoal: 8,5<br />Média: 8,25</span><br /><br /><strong>Total: 8,8</strong><br /><br /><div style="text-align:center"><strong><em>Perhaps Vampires Is A Bit Strong But...</em></strong></div> <br /><br />Jess: Uma canção subestimada. De certo bem repetitiva até chegarmos na melhor parte, mas uma boa evolução, fato que só é tão claro em The View From The Afternoon e A Certain Romance. E quando Alex deixa a canção nas mãos dos instrumentos, eles não decepcionam, ouço o som dos tambores, aquilo era uma meia-lua? Depois do sinal de que haveria uma reformulação no meio da canção, tudo vai indo bem até o desconcertante sinal de que a música está para acabar. Não conformado, surge mais um daqueles berros insanos e quando ouvimos &quot;All you  people are vampire!&quot; sabemos exatamente que acabou a pausa e as guitarras vão terminar seu serviço, tem uma parte (lá pelo quarto minuto da faixa)  em que elas mudam e reproduzem um som que me leva a encontrar alguma similaridade com Buckethead, outro majestoso artista que aprendeu a expressar seus sentimentos com guitarra ao invés de vozes, e muito bem. Talvez a maioria não leve essa música tão a sério, mas aqui nós vemos as evidências de talento dos macacos que o levaram a adquirir respeito da crítica, dos fãs mais exigentes e de outros artistas de ponta.  <br /><br />Parte técnica: 10<br />Satisfação pessoal: 8    <br />Média: 9<br /><br />Gabriel:<br /><br /><span class="quote">Com um riff mais pesado do que os apresentados nas canções anteriores, apresenta uma espécie de jam no final da música, que me agradou bastante. Canção sólida, bem executada.<br /><br />Parte técnica: 9<br />Satisfação pessoal: 7,5<br />Média: 8,25<br /><br /><strong>Total: 8,6</strong></span><br /><br /><div style="text-align:center"><strong><em>When The Sun Goes Down</em></strong></div><br /><br />Jess: Uma música de duas faces, quem ouve o começo não reconheceria ela como aquela coisa animada e vibrante que surge depois do &quot;around, here...&quot; que são aquelas guitarras e o baixo cantando aquele trecho tão característico que são mais populares do que o próprio refrão, aliás, depois do primeiro refrão, vocês percebem que, enquanto Alex anuncia mais um dos trechos dessa história um tanto cômica sobre tamanha indecência, o baixo continua a reproduzir o &quot;tam-tam, tam-tam, tum-tum,tum-tum, tan-tan...&quot; (onomatopéias)? E letra nada mais é que um relato dos integrantes sobre as cenas que viam em uma localidade de Sheffiel que frequentavam, e quando sol se punha, várias prostitutas circulavam por ali, coisa que eles já presenciaram, como Alex disse em uma entrevista. Criando essa canção e nos colocando nessa história fictícia sobre a realidade, podemos sentir a seriedade que o trabalho dos Arctic Monkeys pregam no seu trabalho mesmo entre tantas músicas sobre desilusões e experiências amorosas, eu mesma tenho orgulho em notar que até hoje essa é uma das favoritas do público, até aqueles que não se apuraram inteiramente sobre o trabalho dos meninos.<br /><br />Parte técnica: 9      <br />Satisfação pessoal: 10<br />Média: 9,5<br /><br />Gabriel:<br /><br /><span class="quote">Uma das minhas favoritas do álbum, apresenta uma letra inteligente, com um instrumental talentoso da banda, destacando a distorção usada por Jamie e Alex. Vale muitíssimo a pena escutar.<br /><br />Parte técnica: 9,5<br />Satisfação pessoal: 9<br />Média: 9,25</span><br /><br /><strong>Total: 9,4</strong><br /><br /><div style="text-align:center"><strong><em>From The Ritz to The Rubble</em></strong></div><br /><br />Jess: Ouvimos o chimbal, e quando Alex se rebela entre os trechos, eis que me surge o baixo, e a guitarra começa a cantar logo depois, e nessa canção o baixo se mantem distinto da guitarra. Uma música que passa bem rápido depois que chegamos ao primeiro refrão, o final inteiramente voltado para a parte instrumental, e como com o baixo se deu o início, com o baixo finalizamos a faixa. Eu não sei vocês, mas essa canção me satisfaz muito até acabarem os versos, porque sinceramente, o final dela acaba sendo chato, uma das únicas que eu não teria paciência para ouvir até o fim, até porque, eu concordo com a último trecho &quot;it don't make no sense anymore&quot;, a partir daí, o som fica confuso e não há muito que se queira observar.         <br /><br />Parte técnica: 7<br />Satisfação pessoal: 8<br />Média: 7,5<br /><br />Gabriel:<br /><br /><span class="quote">Assim como When the Sun Goes Down, é uma das minhas favoritas do disco, igualmente deleitosa como a anterior, destacando Matt Helders, o mais constante do grupo, por sua classe segurando as baquetas, e a agilidade nas viradas da música. <br /><br /><em>Parte técnica: 10 <strong>(FUCK YEA!)</strong></em><br />Satisfação pessoal – 9,5<br />Média: 9,75</span><br /><br /><strong>Total: 8,6</strong> <br /><br /><div style="text-align:center"><strong><em>A Certain Romance</em></strong></div> <br /><br />Jess: Quando ouvimos o começo pela primeira vez pensamos, &quot;que porra é essa?&quot;, e então mais duas vezes, nos acostumamos, decoramos o que o cara fala antes dos tambores soarem, e depois de umas dez vezes, descobrimos que estamos viciados. Quando a guitarra surge com aquela passividade, esperamos mais uma canção de amor, mas pelo vídeo, não tem muito de amor a se descrever aqui. A música rola e a história se desenvolve na nossa cabeça, e você não sabe se canta a música, o baixo, ou a guitarra quando ela volta à aquela passagem do começo. Os instrumentos acompanharam a entonação do Alex durante todos os versos em que ele os canta, até quando ele entra no segundo refrão com um pouco mais de escandaloso. O baixo seria o que traz mais expressividade para os versos e a guitarra a porta-voz do refrão, todos dividem espaço muito bem, e mais uma passagem do baixo surge até ser mesclado com a guitarra e Alex balburdiar os últimos trechos, que na verdade, não são o final da música e nem são as últimas palavras que você vai sibilar, e quando a guitarra vem com tamanha efervescência e descontrole, você se sente com ela a cercando. No momento em que você pensa que não poderia ficar mais empressionado, chega a guitarra solo e aquilo se torna uma verdadeira batalha dos instrumentos para se estabelecerem, e a sensação de que aquele álbum chega ao seu fim só surge mesmo quando Helders apaga-se das suas batidas delirantes junto com os demais insturmentos e fica a marcar compassos com seus pratos. Nisso você sente que mesmo depois que os versos dessa música acabaram, aquela guerra de sons cortantes das guitarras compensaram tudo que faltava. Não resta dúvida a razão que leva os fãs a considerar essa música uma das que nunca poderá sair da setlist da banda. <br /><br />Música nada mais é que sentimento descrito em arranjos, combinações e palavras encaixadas, mas e quando uma música faz uma história girar várias vezes ao redor da sua cabeça mesmo sem ter nada à sua frente?<br /><br />Parte técnica: 10<br />Satisfação pessoal: 10<br />Média: 10  <br /><br />Gabriel:<br /><br /><span class="quote">A melhor faixa do disco, propositalmente deixada para o final em minha opinião. Com o melhor instrumental até então, Alex Turner deposita toda sua emoção nas letras bem pensadas, e esse cataclisma de emoções termina lentamente, como havia começado. Um épico, de meros 5 minutos e meio, a melhor maneira de fechar um disco maravilhoso<br /><br />Parte técnica: 10<br />Satisfação pessoal: 10<br />Média: 10</span><br /><br /><strong><span style="text-decoration:underline;">Total: Essa não é uma música qualquer, essa é a melhor música da primeira fase deles, vamos poupá-la de uma nota final, 10 não é os suficiente.</span></strong></div>]]></description>
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